BIOGRAFIA

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Quem é Lucas Redecker?

Lucas Redecker tem 36 anos, é deputado estadual reeleito pelo PSDB do Rio Grande do Sul, líder da Bancada do PSDB na AL e ex-secretário de Estado de Minas e Energia. Nas últimas eleições estaduais foi o segundo parlamentar mais votado, com 96.561 votos.

Na Assembleia Legislativa gaúcha preside, neste momento, a Frente Parlamentar do Turismo, Frente Parlamentar de Apoio à Extensão da BR-448 e a Frente Parlamentar da Mineração.

No período entre janeiro de 2015 e dezembro de 2016, como secretário de Estado, liderou o processo de criação do Plano Energético do RS, um trabalho pioneiro no Rio Grande do Sul e que traz um diagnóstico sobre a matriz energética, visando um abastecimento de energia com qualidade para os gaúchos ao longo da próxima década. Criou também o Atlas das Biomassas, inédito no Brasil, e estimulou o fomento às energias limpas e renováveis, com a desoneração da mini e microgeração de energia e a criação do Programa RS Energias Renováveis. Recriou o Copergs (Comitê de Planejamento Energético), criou o Comergs (Comitê de Planejamento da Mineração no RS) e o Programa RS-Gás e, entre outros, deixou encaminhada a conclusão do Atlas Solarimétrico, cujo lançamento está previsto para 2017 bem como o Plano Estadual de Mineração, também em fase de preparação.

Como deputado estadual, sempre esteve entre os mais atuantes e presente nas atividades da Assembleia Legislativa. A primeira eleição ocorreu em 2010, ocasião em que fez 69.043 votos. Redecker assumiu o primeiro mandato na Assembleia Legislativa (2011-2014) com o compromisso de levar adiante o legado deixado pelo pai, o ex-deputado federal Júlio Redecker (que faleceu em 2007 na tragédia com o voo da TAM). A atuação destacada no Parlamento Gaúcho foi reconhecida em 2014, ocasião em que foi reeleito com 96.561 votos, ampliando a histórica votação.

1. Juventude e família

Lucas Redecker nasceu em 26 de maio de 1981, em Novo Hamburgo. É o filho primogênito do ex-deputado federal Júlio Redecker e da pedagoga Salete Bello Redecker. Nasceu em um cenário político e numa família que respirava política. Com apenas um ano de idade já acompanhava o pai nas atividades políticas. Seu pai foi um dos principais líderes de oposição ao governo Lula e teve papel preponderante nas denúncias que culminaram na CPI dos Correios e que levaram à identificação dos envolvidos no escândalo do Mensalão.

Enquanto crescia, Lucas ia herdando do pai o gosto pela política e o estilo sério e trabalhador. O prestígio inegável e a admiração que todos demonstravam por Júlio exerceram um papel fundamental na construção do caráter e estilo político de Lucas Redecker. Aos 17 anos, o jovem precisou representar o pai em um comício. Começava ali a trajetória de uma política séria e preocupada em trazer resultados ao cidadão gaúcho.

A família desempenha papel importante na vida de Lucas Redecker, como evidencia a relação próxima e afetuosa com a mãe Salete e as irmãs Mariana e Victória. É casado, desde março de 2015, com a jornalista Manuela de Almeida Ferreira e pai de João Lucas Ferreira Redecker, nascido em maio de 2017.

2. Militância e vida política

O ingresso na vida política se deu logo aos 17 anos, quando Lucas Redecker se filiou ao PPB, onde foi presidente da juventude. Em 2003 filiou-se no PSDB, acompanhando o pai, Júlio Redecker, devido a discordâncias com o comando nacional do PPB e com Paulo Maluf, que queriam uma aliança em torno do nome de Lula.

Em 2004, com apenas 23 anos, enfrentou o seu primeiro desafio eleitoral, concorrendo ao cargo de prefeito de Novo Hamburgo, ocasião em que fez 13.485 votos, 9,74% do total.

Novo Hamburgo - RS, 11/06/2008; A coordenadora do programa A Nota È Minha, Dalti Proszek e o assessor do Gabinete da Governadora, Lucas Redecker durante a entrega de prÍmios pelo Programa A Nota È Minha. 

Foto:  Ivan de Andrade / Pal·cio Piratini

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Em 2007, Lucas Redecker exerceu o cargo de assessor especial no gabinete da governadora Yeda Crusius, tendo ainda sido conduzido, por consenso, à presidência da Juventude Tucana do Rio Grande do Sul (JPSDB-RS). À frente da juventude, Lucas Redecker teve papel importante ao colocar os jovens nas ruas, marcando assim presença no cenário político gaúcho. Em homenagem ao seu trabalho recebeu o título emérito de Presidente de Honra da JPSDB-RS.

Em 2008 disputou novamente o pleito para a prefeitura de Novo Hamburgo, desta vez como candidato a vice-prefeito na chapa de Jair Foscarini (PMDB). Naquela ocasião, os dois fizeram 57.921 votos, ou seja, 38% do total de votos.

3. Mandato parlamentar

Com o compromisso de levar adiante o legado deixado pelo pai, Lucas Redecker concorreu a deputado estadual pelo PSDB em 2010, tendo sido eleito com 69.043 votos, o deputado estadual mais votado da história do PSDB no RS.

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Em seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa (2011-2014), teve atuação destacada. Foi o parlamentar mais presente nas atividades do Parlamento e também um dos que menos usou recursos no exercício do mandato. Foi titular na Comissão de Economia e Desenvolvimento Sustentável e na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), além de presidente da Frente Parlamentar de Fomento às Parcerias Público-Privadas e da Frente Parlamentar do Turismo. Redecker também foi líder do PSDB na Assembleia Legislativa e presidiu a CPI da Energia Elétrica, que apurou os graves problemas no abastecimento de energia elétrica no RS.

A atuação destacada no Parlamento Gaúcho foi reconhecida em 2014, ocasião em que foi reeleito com 96.561 votos, ampliando a histórica votação. Em janeiro de 2015 se licenciou do cargo de deputado estadual para assumir a Secretaria de Minas e Energia do RS, no governo de José Ivo Sartori.

4. Líder de bancada e líder do PSDB

Como deputado estadual mais votado do PSDB gaúcho, Lucas Redecker assumiu, em fevereiro de 2012, a função de líder da Bancada do PSDB na Assembleia Legislativa. Foi nessa época que Redecker garantiu, através de emenda de bancada, a ampliação do passe livre estudantil para todos os estudantes gaúchos.

Já a partir de 2013, assumiu a função de líder do partido no Parlamento, onde teve papel de destaque no trabalho de oposição ao governo Tarso Genro. Redecker foi uma das vozes mais combativas contra o reajuste exorbitante das taxas do Detran/RS, as mais caras do país. Como líder de oposição ao governo Tarso Genro, Redecker também denunciou o endividamento crescente do Estado do Rio Grande do Sul, por conta da má gestão financeira do Estado.

5. Atuação em comissões

Entre os anos de 2011 e 2012, Lucas Redecker foi titular na Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, onde defendeu a adoção de medicamentos genéricos de uso veterinário, além de ter tido participação direta na elaboração do projeto de lei que regulamenta as cavalgadas e eventos do gênero no RS, garantindo assim a sanidade e cuidado dos animais nessas atividades.

Na Comissão de Economia e Desenvolvimento Sustentável lutou pela manutenção e reabertura de pequenos aeroportos regionais, como o Aeródromo de Estrela. Defendeu também a Ferrosul e o reaproveitamento da infraestrutura ferroviária.

Na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa gaúcha, relatou mais de 100 projetos de lei, entre eles a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) n°223/2011 que prioriza o pagamento das demandas da Consulta Popular.

Na Comissão de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle, Lucas Redecker ampliou a fiscalização sobre as finanças públicas do Estado. Nessa comissão também, Redecker foi o parlamentar que mais apresentou emendas ao Orçamento do Estado por dois anos consecutivos. Em 2012, Redecker apresentou 138 emendas, totalizando R$ 50 milhões, enquanto em 2013 foram 300 emendas, totalizando R$ 75 milhões. Em 2014, Redecker apresentou 183 emendas, totalizando R$ 33,1 milhões.

5.1 CPI da Energia Elétrica

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Lucas Redecker propôs, na Assembleia Legislativa, a criação da CPI da Energia Elétrica, a qual foi presidente. O resultado do trabalho foi encaminhado aos órgãos de defesa da sociedade e de fiscalização dos órgãos públicos.

À frente da CPI, Redecker confirmou a má gestão nos serviços prestados pelas concessionárias. Antes mesmo do fim dos trabalhos, foi possível perceber o efeito que a CPI causou. As concessionárias intensificaram a substituição de postes de madeira pelos de concreto e ampliaram investimentos e reforços nas redes de energia. Redecker, no entanto, entende que é necessário fazer mais. “O Estado não está preparado para enfrentar eventos climáticos e a falta de energia. Há ainda o despreparo das concessionárias para atender o cidadão, que passa horas ao telefone aguardando o atendimento e ainda mais horas esperando a solução das ocorrências. Tudo isso precisa ser melhorado”, alertou na época.

6. Frentes Parlamentares

6.1 Frente Parlamentar de Fomento às Parcerias Público-Privadas

Diante da impossibilidade do Estado em entregar com a rapidez necessária as obras que a sociedade exige, Lucas Redecker criou a Frente Parlamentar de Fomento às Parcerias Público-Privadas na Assembleia Legislativa do RS. A frente buscava chamar a atenção sobre a importância das PPPs e a sua utilização largamente empregada com sucesso em diversos estados brasileiros e países de primeiro mundo.

6.2 Frente Parlamentar do Turismo

Foi criada em abril de 2014 a Frente Parlamentar do Turismo com o objetivo de incentivar e fortalecer o potencial do turismo existente em muitos municípios gaúchos, mas ainda pouco explorado. Uma das medidas neste sentido, foi o projeto de resolução 10/2014, que alterou a nomenclatura da Comissão de Economia e Desenvolvimento Sustentável, que passou a incorporar também o tema turismo. A segunda ação, essa ainda em andamento, prevê a criação do Código do Turismo no âmbito do Rio Grande do Sul. Outra etapa será a revisão e consolidação das leis aplicadas ao setor do turismo, com o objetivo de modernizá-las e atualizá-las.

7. Secretaria de Minas e Energia 

Em janeiro de 2015 Lucas Redecker assumiu o desafio de comandar a Secretaria de Estado de Minas e Energia, função que ocupou até o fim de 2016. Com uma equipe e orçamento enxutos, promoveu, entre outros, as energias limpas e renováveis, entregou o Plano Energético e o Atlas das Biomassas e deixou encaminhada a conclusão do Atlas Solarimétrico e o Plano Estadual de Mineração.

Plano Energético – Inédito no Rio Grande do Sul, o Plano Energético busca garantir um abastecimento de energia com qualidade e que atenda às necessidades dos gaúchos. “Sem energia não há desenvolvimento, por isso esse trabalho é tão importante”, explica Redecker. O estudo aponta os obstáculos que precisam ser enfrentados para um abastecimento eficiente ao longo da próxima década e deixa claro onde está o potencial para a geração de energia e quais as fontes que podem ser melhor exploradas.

PORTO ALEGRE, RS, BRASIL 17.03.2016: O governador José Ivo Sartori participou, nesta quinta-feira (17), no Palácio Piratini, da Solenidade de Lançamento do Plano Energético do Estado. Foto: Karine Viana/Palacio Piratini


Mini e microgeração
– Está em vigor o decreto de número 52.964, que beneficia os gaúchos com a isenção de impostos sobre a mini e microgeração de energias limpas e renováveis. Na prática, não há mais a incidência da alíquota de 30% do ICMS sobre a energia excedente produzida em uma residência que tenha sido oferecida na própria rede de distribuição e utilizada nos horários de maior demanda. O benefício contempla a produção nas áreas de energia eólica, a partir da biomassa e fotovoltaica (solar), sempre que estiver interligada à rede de distribuição por meio de instalação na própria unidade consumidora.

Programa RS Energias Renováveis – Quem pretende empreender na área de energias limpas e renováveis conta com o Programa RS Energias Renováveis que, entre outros, permite aos empreendedores ter acesso a linhas de crédito do BRDE e Badesul. O foco do programa está no incentivo às fontes eólica, solar, hídrica, de biomassa, geotérmica e das marés (maremotriz). O programa foi elaborado e coordenado pelo então secretário de Minas e Energia, Lucas Redecker, que instituiu também um comitê gestor como responsável pelo acompanhamento de projetos relacionados às fontes renováveis, compreendendo o licenciamento ambiental, outorga de recursos hídricos, conexão à rede elétrica, financiamentos e comercialização de energia, entre outros.

Biometano – Foi pensando em ampliar a oferta de biometano para mais regiões do Estado, que foi criado o Programa Gaúcho de Incentivo à Geração e Utilização de Biometano – RS GÁS. A intenção é estimular a criação de uma cadeia produtiva do biometano no Estado, oportunizando a produção e a comercialização desse combustível na mesma região consumidora. O biometano, é importante destacar, tem comportamento semelhante ao do GNV e, por essas características, obedece as mesmas determinações legais previstas para o gás natural.

Atlas das Biomassas – O Rio Grande do Sul foi o primeiro estado no país a elaborar um atlas detalhado das biomassas, evidenciando onde está o potencial para a geração de energia e combustíveis a partir desta fonte limpa e renovável. Ele também aponta quais são os resíduos mais propícios à produção do biogás (matéria-prima do biometano) e ainda serve de cartão de visitas para futuros investidores. O trabalho foi desenvolvido em conjunto pela Secretaria de Minas e Energia e a Sulgás, com levantamento técnico da Univates. Para o deputado estadual Lucas Redecker, que coordenou a elaboração do documento, é obrigação do Estado estimular o desenvolvimento do Rio Grande do Sul através de pesquisas e programas que incentivam o crescimento regional, e é exatamente o que a SME e Sulgás pensaram ao realizar o projeto do Atlas das Biomassas.

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Energia trifásica
– A ampliação da rede trifásica para a agricultura familiar, demanda da Secretaria de Minas e Energia, ficou entre as quatro prioridades eleitas pelos Coredes Serra e Hortênsias no processo de votação da Consulta Popular 2016/2017. Os recursos, da ordem de R$ 894.088,48, foram divididos entre as duas regiões. Na definição das prioridades a serem incluídas na cédula de votação, 20 dos 28 Coredes já haviam anteriormente selecionado a demanda da SME. Lucas Redecker estima que para ampliar a energia trifásica para todas as regiões do Rio Grande do Sul que necessitam dela seriam necessários R$ 1,6 bilhão. Ele explica ainda que, durante a elaboração do Plano Energético, esta foi uma das principais demandas elencadas pela população, uma vez que as propriedades rurais estão cada vez mais mecanizadas. “A rede trifásica é importante pois garante que a energia elétrica chegue com a força suficiente para movimentar as máquinas e os equipamentos das propriedades rurais”, observou.

Copergs e Comergs – Os assuntos relacionados ao setor energético do Rio Grande do Sul agora tem um fórum permanente de debate. Trata-se do Comitê de Planejamento Energético (Copergs), recriado pelo então secretário Lucas Redecker com a finalidade de reunir em torno da mesma mesa todos os atores que fazem o dia a dia do setor energético para debater os problemas em comum. Na mesma linha do Copergs foi criado o Comergs (Comitê de Planejamento de Mineração do Estado do Rio Grande do Sul), que tem como missão debater todos os assuntos relacionados à área de mineração, que é bastante ampla e compreende desde a extração de areia até a extração de pedras preciosas.

Energia Eólica e solar – Foi pensando na promoção do desenvolvimento energético do Rio Grande do Sul que Lucas Redecker recriou o Grupo de Trabalho de Energia Eólica (GT Eólica). O propósito do grupo é favorecer um ambiente permanente de discussões e desenvolvimento do setor eólico. O RS é o estado com o maior potencial no país para produção de energia eólica. Atualmente são 62 parques eólicos instalados com capacidade de geração de 1.553,8 MW. No que diz respeito a energia fotovoltaica, também há um grupo de trabalho em funcionamento. Entre outras atribuições, ele é o responsável pela preparação do Atlas Solarimétrico, cujo lançamento está previsto para este ano. Atualmente, o Estado é o terceiro estado brasileiro em potência fotovoltaica instalada, com 11%.

Atlas Solarimétrico – De olho no potencial da energia solar no RS, Lucas Redecker, enquanto secretário de Minas e Energia, deu início à elaboração do Atlas Solarimétrico, que vai explicitar o potencial gaúcho para a produção desse energético, bem como apontar onde ele está. Os investimentos e negócios gerados a partir da energia solar no Rio Grande do Sul e no país ainda são modestos quando comparados ao uso que países da Europa fazem, mesmo que com uma incidência solar muito menor que a do Brasil. Por isso, o Atlas também será uma espécie de cartão de visitas para atrair novos investimentos para o Estado. O trabalho técnico já está em andamento e a expectativa é de que o estudo possa ser apresentado aos gaúchos ao longo de 2017.

Plano estadual de Mineração – Está em fase de elaboração o Plano Estadual de Mineração, cujo lançamento está previsto para 2017. O estudo deverá vigorar ao longo da próxima década e tem como metas fortalecer e desenvolver as diretrizes políticas do cenário mineral; conhecer e informar o potencial mineral do Estado e incentivar as atividades minerais propiciando um desenvolvimento sustentável regional. O Plano Estadual de Mineração vai detalhar quais são e onde estão as riquezas minerais do Estado bem como servirá de roteiro para atração de futuros investidores. A elaboração do plano compreenderá quatro etapas: estudos técnicos, coleta e análise de dados, subcomitês e diagnóstico. Estão sendo contempladas também áreas como geologia, mineração, transformação mineral, socioeconomia mineral e sustentabilidade na mineração.

Carvão mineral – Lucas Redecker é um dos maiores defensores da ampliação do carvão mineral na matriz energética do Estado e do país. Conforme ele, o carvão é a única fonte de energia firme disponível na atualidade, que está imune às sazonalidades climáticas e cuja matéria-prima encontra-se em abundância no RS. Neste sentido, Redecker desenvolveu uma série de ações nos últimos dois anos visando o fortalecimento desse setor. Entra elas podem ser citadas a criação do Comitê de Planejamento de Mineração (Comergs) e a elaboração do Plano Estadual de Mineração, cujo trabalho está em andamento. Merece destaque também a parceria com a Fiergs e Sindicato Nacional da Indústria de Extração de Carvão (SNIEC) na promoção dos estudos para a criação de um complexo integrado carboquímico no Rio Grande do Sul.

Licenciamentos – Para dar celeridade ao processo de licenciamento ambiental no Rio Grande do Sul, Lucas Redecker atuou para a criação de uma força-tarefa entre Secretaria de Minas e Energia e Fepam. Na data de sua implantação, em 30 de abril de 2016, havia 260 solicitações de licenciamento parados no órgão. No fim de 2016, 108 (41,7%) haviam sido atendidos com licenças, 41 (15,8%) tiveram licenciamento negado por problemas nos projetos e 111 (42,5%) ainda sob análise. Foram emitidas licenças para a produção de energia hidrelétrica e eólica, assim como para a construção e ampliação de linhas de transmissão e subestações. Foram 30 licenças para energia hidrelétrica, 21 para energia eólica, 51 para transmissão, 3 para subestações e 2 para triagem e armazenamento de materiais. Para Redecker, os investimentos darão maior confiabilidade para o sistema e devem atrair novos investimentos para as regiões em que estão instalados, gerando desenvolvimento para o Estado.

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